sexta-feira, 7 de junho de 2013

ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS


Você sabe quais são os membros vivos da
 Academia Brasileira de Letras?

 
Eu só sabia de alguns, então resolvi pesquisar sobre o assunto, primeiro vamos saber sobre a ABL.


 

 

A Academia Brasileira de Letras é uma instituição fundada no Rio de Janeiro em 20 de julho de 1897 por escritores como Machado de Assis, Lúcio de Mendonça, Inglês de Souza, Olavo Bilac, Afonso Celso, Graça Aranha, Medeiros e Albuquerque, Joaquim Nabuco, Teixeira de Melo, Visconde de Taunay e Rui Barbosa1 . Composta por quarenta membros efetivos e perpétuos e por vinte sócios estrangeiros, tem, por fim, o cultivo do português brasileiro e da literatura brasileira2 . A escritora Ana Maria Machado foi eleita para presidir a academia no biênio 2012/20133 . Ela é a segunda mulher a ocupar o cargo. A instituição remonta ao final do século XIX, quando escritores e intelectuais brasileiros desejaram criar uma academia nacional nos moldes da Academia Francesa.

A iniciativa foi tomada por Lúcio de Mendonça, concretizada em reuniões preparatórias que se iniciaram em 15 de dezembro de 1896 sob a presidência de Machado de Assis (eleito por aclamação) na redação da Revista Brasileira. Nessas reuniões, foram aprovados os estatutos da Academia Brasileira de Letras a 28 de janeiro de 1897, compondo-se o seu quadro de quarenta membros fundadores. A 20 de julho desse ano, era realizada a sessão inaugural, nas instalações do Pedagogium, prédio fronteiro ao Passeio Público, no centro do Rio.

Sem possuir sede própria nem recursos financeiros, as reuniões da Academia foram realizadas nas dependências do antigo Ginásio Nacional, no Salão Nobre do Ministério do Interior, no salão do Real Gabinete Português de Leitura, sobretudo para as sessões solenes. As sessões comuns sucediam-se no escritório de advocacia do Primeiro Secretário, Rodrigo Octávio, à rua da Quitanda, 47.

A partir de 1904, a Academia obteve a ala esquerda do Silogeu Brasileiro, um prédio governamental que abrigava outras instituições culturais, onde se manteve até à conquista da sua sede própria.

O Petit Trianon.



 
Em 1923, graças à iniciativa de seu presidente à época, Afrânio Peixoto e do então embaixador da França, Raymond Conty, o governo francês doou à Academia o prédio do Pavilhão Francês, edificado para a Exposição do Centenário da Independência do Brasil, uma réplica do Petit Trianon de Versalhes, erguido pelo arquiteto Ange-Jacques Gabriel, entre 1762 e 1768.4

Essas instalações encontram-se tombadas pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC), da Secretaria Estadual de Cultura, desde 9 de novembro de 1987. Os seus salões funcionam até aos dias de hoje abrigando as reuniões regulares, as sessões solenes comemorativas, as sessões de posse dos novos acadêmicos, assim como para o tradicional chá das quintas-feiras. Podem ser conhecidas pelo público em visitas guiadas ou em programas culturais como concertos de música de câmara, lançamento de livros dos membros, ciclos de conferências e peças de teatro.

No primeiro pavimento do edifício, no Saguão, destaca-se o piso de mármore decorado, um lustre de cristal francês, um grande vaso branco de porcelana de Sèvres e quatro baixos-relevos em pedra de coade ingleses. Entre as demais dependências, ressaltam-se:


No segundo pavimento encontra-se a Sala de Chá, onde os acadêmicos se encontram, às quintas-feiras, antes da Sessão Plenária, a Sala de Sessões e a Biblioteca. Esta última atende aos acadêmicos e a pesquisadores, com destaque para a coleção de Manuel Bandeira.



A Academia tem por fim, segundo os seus estatutos, a "cultura da língua nacional", sendo composta por quarenta membros efetivos e perpétuos, conhecidos como "imortais", escolhidos entre os cidadãos brasileiros que tenham publicado obras de reconhecido mérito ou livros de valor literário, e vinte sócios correspondentes estrangeiros.

À semelhança da Academia francesa, o cargo de "imortal" é vitalício, o que é expresso pelo lema "Ad immortalitem", e a sucessão dá-se apenas pela morte do ocupante da cadeira. Formalizadas as candidaturas, os acadêmicos, em sessão ordinária, manifestam a vontade de receber o novo confrade, através do voto secreto.

Os eleitos tomam posse em sessão solene, nas quais todos os membros vestem o fardão da Academia, de cor verde-escura com bordados de ouro que representam os louros, complementado por chapéu de veludo preto com plumas brancas. Nesse momento, o novo membro pronuncia um discurso, onde tradicionalmente se evoca o seu antecessor e os demais ocupantes da cadeira para a qual foi eleito. Em seguida, assina o livro de posse e recebe das mãos de dois outros imortais o colar e o diploma; a espada é entregue pelo decano, o acadêmico mais antigo. A cerimônia prossegue com um discurso de recepção, proferido por um confrade, referindo os méritos do novo membro.
     
                                                Ana Maria Machado e Nélida Piñon


Instituição tradicionalmente masculina, a partir de 4 de novembro de 1977, aceitou como membro Rachel de Queiroz, para quem foi desenhada uma versão feminina do tradicional fardão: um vestido longo de crepe francês verde-escuro, com folhas de louro bordadas em fio de ouro.

Crítica: A Academia Brasileira de Letras já foi criticada por não ter tido suas cadeiras ocupadas por aclamados escritores da literatura brasileira, tais como Lima Barreto, Monteiro Lobato, Carlos Drummond de Andrade, Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda, Caio Prado Júnior, Graciliano Ramos, Cecília Meireles, Clarice Lispector, Vinícius de Moraes, Erico Verissimo e Mário Quintana, bem como por ter tornado "imortais" os políticos Getúlio Vargas e José Sarney, ex-presidentes da República; o político catarinense Lauro Müller; o médico Ivo Pitanguy, cirurgião plástico; o inventor Santos Dumont, que apesar de suas grandes contribuições científicas, não se dedicava à produção literária; Assis Chateaubriand, magnata das comunicações no Brasil entre o final dos anos 1930 e início dos anos 1960; Roberto Marinho, fundador da emissora de TV Rede Globo; Merval Pereira, jornalista colaborador da Rede Globo; e Paulo Coelho, cujos romances esotéricos são vistos, por um número significativo de leitores, como livros de pouco valor literário.

Também não participaram da Academia os escritores Jorge de Lima e Gerardo Melo Mourão, indicados ao Prêmio Nobel de Literatura. António Cândido de Mello e Sousa, Autran Dourado, Rubem Fonseca, Ferreira Gullar e Dalton Trevisan, vencedores do Prêmio Camões, são outros nomes importantes que não figuram entre os membros da instituição.

O mérito dos patronos das cadeiras também é bastante debatido, conforme pode ser visto no trecho do discurso proferido por Afrânio Peixoto, registrado acima.

O jornalista Fernando Jorge em "A Academia do Fardão e da Confusão: a Academia Brasileira de Letras e os seus 'Imortais' mortais" critica a eleição de "personalidades" para a ABL, ou seja, pessoas influentes na sociedade, mas cuja principal ocupação não era a literatura e que, muitas vezes, produziam materiais apenas para que pudessem ser eleitos, nunca mais voltando a produzir qualquer obra de valor literário. O pesquisador também critica o processo eleitoral, pois este não seria feito com base nos méritos literários dos candidatos.5

Jorge também afirma que a Academia também não empreende projetos em favor da cultura da língua portuguesa, apesar de dispor de capital para, por exemplo, relançar edições esgotadas e promover campanhas de alfabetização e incentivo a leitura. Além disso, para o escritor, a instituição permaneceu calada diante das pesadas censuras do Governo Vargas e do Regime Militar brasileiro.5


Aqui toda a lista  com os nomes, a cadeira a que pertence  e o ano em que foi eleita a celebridade verbal:
Cadeira
Nome
Eleição
1
2003
2
1997
3
2000
4
1988
5
2004
6
2003
7
2006
8
2009
9
2000
10
Vaga com o falecimento de Lêdo Ivo em 24/12/2012.
11
2005
12
2003
13
1992
14
2006
15
2011
16
1985
17
1999
18
1984
19
2004
20
1999
21
2002
22
1990
23
2008
24
1994
25
1991
26
1985
27
1981
28
2006
29
2010
30
1989
31
2011
32
1989
33
2000
34
1993
35
1989
36
1991
37
2000
38
1980
39
2003
40
1984
Fonte de Pesquisa: Wikipedia
Nas próximas postagens vamos conhecer cada uma destas personalidades.
 
CARPE DIEM E CARPEM NOCTIS...
 
 
 
 

 
 
 
 
 





















 
 

 
 

 

 

 
 

 



 

 




 
 



 

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Guimarães Rosa e eu


MEU GRANDE SERTÃO


Angelita Apper - Memorial da Língua portuguesa SP
A vida é mesmo surpreendente!

Quando começa a ficar muito calmo e muito tranquilo, Preocupo-me. Pois sou ansiosa por conhecer, aprender, saber, mudar...
Contudo, raramente a calmaria perdura.
Dias atrás tive uma surpresa tão fantástica que mal pude acreditar:
“ Como o próprio Guimarães Rosa, conto meu Conto”


Binócolo Memorial Da Língua Portuguesa- SP  Angelita Apper

   



Quando minha irmã fazia o curso de História, ela tinha uma turma muito bacana que fazia viagens culturais, muito interessantes organizados por um amigo  o Luís ( da SRE- EM). 

 
 Fui convidada por ela a embarcar numa destas aventuras. 



Além da Junice, a irmã, conhecia também a Janaína do Grupo da Redearte, na época  no UNIPAM, uma morena linda que eu gosto muito e que era namorada do Lúis, o promoter, hoje ela é  esposa. Ela não foi conosco.
 
 
 
Fomos para SP. Conhecemos o Memorial da Língua Portuguesa, A FAAP e visitamos o MASP, eu já conhecia o museu, mas desta vez foi inesquecível.
 



Duas caipiras em Sampa: eu e a Junice  depois de apreciar as obras de Renoir, Picasso, Tomie Otake, Portinari e tantas outras, ainda maravilhadas descemos para tomar café no restaurante do MASP, mas como curiosas que somos entramos em uma sala antes, ela não estava aberta ao público mas mesmo assim entramos atraídas por algumas esculturas, e pasmem: era o destino , nos deparamos nada menos que com a bailarina do Edgar Degas, a peça foi feita em bronze, a saia em várias camadas de filó e a fita no cabelo é de cetim, estava  muito bem protegida dentro de uma redoma de vidro à vácuo. 
 

 
 
 A peça com aproximadamente 40 cm de altura foi o objeto de arte mais lindo que vi. Não tive noção da importância daquela obra no momento, só depois entendemos, que foi  pura sorte.
A peça estava sendo preparada para voltar para a França, ela havia sido exposta anteriormente, junto com mais algumas esculturas.

 
Opa... Desviei-me do assunto. Nesta mesma viagem, no Memorial da Língua portuguesa acontecia a Exposição da obra de Guimarães Rosa, e Grande Sertão: Veredas, chamou minha atenção; o banner informativo trazia uma legenda feita em um painel de um metro quadrado aproximadamente bordado com símbolos do cerrado.




Fiquei encantada com uma linda flor Branca representando Diadorim, pois aqui começa o inusitado... Nunca imaginei que fosse conhecer pessoalmente uma das artesãs de Andrequicé  que bordaram alguns dos paineis. Pois eu agora conheço. E ganhei uma amiga muito divertida.
 
 
Minha amiga Milânia uma apreciadora do meu trabalho, sempre trocou figurinhas comigo, e não havia pessoa melhor para cuidar de umas peças minhas Ana Lu e Ana Li, mulheres de chita sobre vidro,( não me lembro em que ano, foram expostas em uma vernissage coletiva). A presenteie com as peças.
 
 





 
Sabendo da minha paixão  por arte, e talvez em retribuição... Ela sempre trouxe alguma novidade, um dia veio me visitar e me encontrou relendo "Grande Sertão: Veredas" aí com muita naturalidade perguntou se conhecia Manuelzão e Miguilim e contou que o Manuelzão era seu tio.
Estaçção da Sé- Memorial da Língua Portuguesa  SP - Angelita Apper

Quase tive um infarto, mas sobrevivi.
 
Foto do livro  O Xale  de Rosa - Manuelzão com Manuelzão.
 
Logo depois conheci a irmã dela, Márcia, uma das “Bordadeiras de Andrequicé “  conheci o trabalho dela e fui convidada a desenhar doze mulheres típicas da região para um painel representando a tradicional procissão. Que está sendo feito.

 Os painéis podem ser de vários tamanhos



 
 
  Além de ter o privilégio  enorme de participar da história do Manuelzão representada nos bordados, me tornando assim, parte do Sertão de Guimarães Rosa também; ganhei um livro O Xale de Rosa do jornalista Pedro Fonseca e um painel que está sendo bordado pela nova amiga Márcia. 
 
 
 
 
 
Os painéis bordados pelas artesãs retratam o sertão mineiro e são lindos!
 




E claro meu próximo evento cultural: Viajar para a festa de Andrequicé para conhecer a “Casa Rosa” museu do Manuelzão de Guimarães e aproveitar as festanças!





                                                                                                                                                   Não é surpreendente?

 
 
Dedico esta postagem a minhas amigas gurus da lìngua Portuguesa, profissionais que tanto me ensinaram: Sônia Silveira e Érica Pereira Silva.
Saudades muitas!!!
 

BALADA "ECOSUSTENTAVEL"


GREENHOUSE: A PRIMEIRA BALADA ECOLÓGICA CERTIFICADA
 
 
Uma baladinha de vez em quando é muito bom. Apesar de elas consumirem muita energia, muitos não se incomodam, outros, pouco podem fazer, já que não temos opções eco eficientes, não aqui no Brasil.


 

 A Greenhouse foi a única boate do mundo a receber um certificado L.E.E.D. ( Leadership in energy and environmental design). Nela toda a eletricidade é gerada pelo vento (eólica).
A iluminação da boate é feita com lâmpadas de Led( com o menor consumo de energia). O teto é coberto com mais de 5000 cristais transparentes dando a sensação de movimento ( aqui é só arte mesmo) . 

 



 

Os banheiros e pias foram projetados para economizar água. O  bambu, que é  uma madeira de rápido crescimento foi escolhido para o piso, e as bancadas e paredes são feitas de materiais recicláveis, o bar por exemplo é feito de vidro  reciclado e o que tem dentro dele não foge à regra orgânico  e verde as bebidas alcoólicas servidas são orgânicas.


 

Muito bacana mesmo!

CARPE DIEM!

 

Fonte: Henrique Backman: Conceito Ecológico.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Festa do Milho

Acontecendo....

 Este ano foi bem surpreendente. Depois de descobrir que uma grande amiga é sobrinha do Manuelzão , personagem do Guimarães Rosa e ser convidada a desenhar para as bordadeiras de Andrequicé, Tres Marias MG  ( assunto que merece uma boa postagem, farei isso depois), recebi outro convite inusitado.

A educadora Meire que trabalha com projetos no CAIC , me convidou para colaborar com um carro alegórico para o desfile da Festa do Milho.
Sem o menor juízo aceitei.
Faltavam menos de vinte e cinco dias, tínhamos de criar, confeccionar as peças e montar o carro.
Com a colaboração da Marlene, que é voluntária na APARE, e a boa vontade dos alunos e outros parceiros conseguimos tal aventura.

 
Criei um desenho simples e básico, afinal o tempo era curtíssimo.
A proposta era levar para a avenida peças feitas de materiais recicláveis e  toda a ornamentação do carro com resíduos sólidos fornecidos pela APARE.
 
Cobrimos o carro com placas de papelão com flores representando a natureza, que oferece todos os materiais que usamos no nosso cotideiano desde o papel, o plástico, a madeira, etc. Os alunos confeccionaram os rolinhos de jornal, as flores, as bolinhas e o puff de papelaõ pintado com tinta spray.
 
Colocamos as bombonas como suporte para as peças feitas de folhas de revistas do  artesão  Paulo Roberto Rocha. O estilista Mario Lemos emprestou a beleza de um vestido também feito com materiasi recicáveis, que a bela Poliana desfilou.
 
 
 
 
Os vasos com flores de papelão e hastes de Bambu, mostraram as possibilidades para decorar eventos, e a mesa de centro  feita de folhas de livro velho,  que faz parte da Coleção "Palavras", foi elaborada e executada por mim especialmente para o desfile, mostrando que o mobiliário também pode usar os recursos da reciclagem com elegância e arte.
A mesa foi feita com uma caixa de papelão revestida e pés de cones de linha de plástico, sobre as folhas usei uma camada de verniz.
 
A proposta de apresentar um carro alegórico, era para que as pessoas conhecessem a APARE e despertassem para as possibilidades do uso dos resíduos sóidos  em peças artesanais  que além do custo benefício ser compensatório, estamos cuidando da natureza .
 
Agradeço ao Sr. Márcio da COPASA que colaborou muito e apreciou o resultadofinal, a Marlene, super parceira,  aos alunos do CAIC e a amiga Meire pela oportunidade de viver esta experiência.   
 
Estavam presentes também minhas duas amigas, Shirley e Lenir , participando da Campanha pela vida. O grupo das Super poderosas da época do curso de Letras estava completo na Avenida: Angelita, Lenir , Meire e Shirley...
Que bom revê-las!
 
 
 

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Vazio, superficial e pobre.

Além de não definir os personagens, o roteirista não conseguiu sequer se colocar no filme. Qualquer interpretação que você quiser dar, tá valendo...

 
 

E não gostei!

Ontem fomos ao cinema.Duas coisas, quem me conhece sabe, amo “muitão” ser brasileira e  sou absurdamente cinéfila.

 
 

 

 

Dois filmes estavam em cartaz: O homem de ferro e Somos tão jovens. Nós saímos de casa para ver o segundo.

 Elenco: Thiago Mendonça, Sandra Corveloni, Marcos Breda, Laila Zaid, Bianca Comparato, Olívia Torres.
Direção: Marcos Bernstein
Gênero: Drama
Duração: 104 min.
Distribuidora: Imagem Filmes
Estreia: 3 de Maio de 2013
Sinopse: 'Somos tão Jovens' conta a emocionante e desafiadora história da transformação de Renato Manfredini Jr. no mito Renato Russo, revelando como um rapaz de Brasília, no final da ditadura, criou canções como ‘Que País é Este’, ‘Música Urbana’, ‘Geração Coca-Cola’, ‘Eduardo e Mônica’ e ‘Faroeste Caboclo’, verdadeiros hinos da juventude urbana dos anos 80 que continuam a ser cultuadas geração após geração por uma crescente legião de jovens fãs.

  


 

 

Tanto eu quanto o Sílvio gostamos muito de Legião Urbana e Renato Russo, razão da nossa escolha.

 

 
 
 

   Mas com todo respeito ao Antonio Carlos da Fontoura, o roteiro é um lixo. Algo pior que lastimável, aúnica coisa que salva é a atuação do Thiago, e obviamente as músicas são ótimas.

 
 

  
 

Legião Urbana é um ícone da minha adolescência e de muitos por esse Brasil, esses meninos mostraram muito mais do que música, tinham atitude e ideologia. Renato Russo poetizava com genialidade o cotidiano dos jovens da época, as relações, a política, a educação e a incerteza de um futuro.

 

 Pena que a homenagem tenha sido tão pobre, eles mereciam uma mega produção.  

O cinema brasileiro circula em novos vieses nos últimos anos e hoje temos uma leva de atores, roteiristas, diretores e outros de primeiríssima linha e verdadeiras obras de arte cinematográficas, por isso espero que com a direção do René o filme inspirado na música do Renato: Faroeste Caboclo seja melhor.

Você já viu?
Beijos

 
 

 





 
 













 

 

 

 

 

 

 





 


terça-feira, 14 de maio de 2013

Dança



Para quem tem a alma feito borboleta sobre as flores...
E ama dança.






     A coeógrafa Penha de Souza é mestra em dança e criadora do "Alongamento Corretivo Postural", é também uma das introdutoras do Método Martha Graham.

Esta brasileira que começa na arte do movimento com a dança clássica e depois se apaixona pelas danças contemporâneas, estudou nas melhores academias no exterior e retornou ao Brasil mostrando uma arte que surpreende pela capacidade de inovação, apresentando de forma peculiar e bastante brasileira as danças modernas e contemporâneas.

Tem como seguidoras suas três filhas, profissionais com a mesma essência .





Além do corpo, a cabeça movimenta perfeitamente bem, sua fala é poesia dançando nos ouvidos...

" O que está por fora, já nasce, bonitinho ou não, mas, o está por dentro é para todos. É um universo pessoal a ser descoberto. Interagir corpo, sentimentos e o mundo exterior é transformador.

Dançar é cada momento da vida... é o corpo se movimentando para agradecer à vida e à natureza."




 
     A postura de Penha na dança da vida sempre foi de democracia, para ela, todos tem o direito de dançar, de se expressar por meio dos movimentos, seja gordo, magro, alto , baixo. A dança é para quem gosta, não é só para quem tem talento. Espetáculos sim, são para os talentosos.

 




Para quem já conhece : reveja, pra quem não conhece: Conheça!

Vale a Penha"

Tenham um bom dia e que sua vida seja um bolero caliente!



Imagens: Google Imagens